Mesmo sem alianças, Flávio anuncia apoio a senadores de outros 8 partidos
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) não construiu alianças com outros partidos ao palanque nacional, mas anunciou nesta quinta-feira (6) o apoio aos candidatos de outras oito siglas: MDB, PP, PSDB, PSD, Podemos, Republicanos, União e Novo.
Ao todo serão eleitos 54 senadores em todo o Brasil. A apresentação dos apoios foi feita por Flávio e pelo coordenador da campanha, o senador Rogério Marinho (PL-RN), durante a transmissão de live no canal do candidato.
Veja a lista dos candidatos de outros partidos apoiados por Flávio ao Senado por estado:
- ACRE: Mara Rocha (MDB);
- ALAGOAS: Marina Candia (PSDB) e Arthur Lira (PP);
- AMAPÁ: Lucas Barreto (PSD) e Raíssa Furlan (Podemos);
- BAHIA: Angelo Coronel (Republicanos);
- CEARÁ: Capitão Wagner (União);
- ESPÍRITO SANTO: Evair de Melo (Republicanos);
- PARÁ: Zequinha Marinho (Podemos);
- PARANÁ: Deltan Dallagnol (Novo);
- RIO GRANDE DO NORTE: Styvenson Valentim (Podemos);
- RIO GRANDE DO SUL: Marcel Van Hattem (Novo);
- TOCANTINS: Carlos Gaguim (União)
O filho do ex-presidente fez o anuncio de todos os candidatos que seriam apoiados nos estados e citou os integrantes do próprio PL que buscarão vagas na Casa Alta.
Os partidos apoiados por Flávio não deram apoio à candidatura bolsonarista na busca pelo Palácio do Planalto. Cada sigla liberou os diretórios estaduais para costurarem alianças por estado.
Nas eleições de 2022, Jair Bolsonaro (PL) recebeu o apoio formal de PP e Republicanos antes das convenções, o que não deve se repetir neste ano.
Outro partido que confirmou neutralidade foi o União Brasil. A sigla teve dois ministérios no governo Lula: Turismo, com Daniela Carneiro e depois Celso Sabino, e Comunicações, com Juscelino Filho. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), também indicou Waldez Góes (PDT) para o Ministério da Integração Nacional e do Desenvolvimento Regional.
De acordo com Marinho, o único estado que o partido encontrou dificuldade para definir o candidato foi em Minas Gerais. Ele fez referência à indecisão sobre a candidatura de Cleitinho Azevedo pelo Republicanos.
“Deu uma confusãozinha né, não podemos ser descuidados. Buscamos uma proximidade com o Cleitinho. Com essas idas e vindas do partido dele, ficamos fragilizados. apresentamos Flávio Roscoe, o candidato ao governo. Estávamos aguardando a decisão do Cleitinho, ele faz política com o coração. Esperamos mais de 120 dias. É uma insegurança jurídica muito grande e não poderíamos ficar sem palanque”, disse o senador.
Fonte: CNN Brasil
